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Dióxido de enxofre: o que é e quais os principais perigos?

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Dióxido de enxofre: o que é e quais os principais perigos?

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Em ambientes industriais é muito importante monitorar a presença e os níveis de gases nocivos à saúde humana. 

 

Isso porque a segurança no trabalho é um dos principais quesitos para subsistência de qualquer indústria, ainda mais quando se trata de gases tóxicos que podem trazer consequências a curto, médio e longo prazo.

 

Um desses gases é o dióxido de enxofre. Nesse post vamos mostrar o que você precisa saber sobre ele. Continue lendo e confira!

 

O que é dióxido de enxofre?

 

Também chamado de anidrido sulfuroso ou ácido sulfuroso anidro, o dióxido de enxofre é um gás com odor forte e incolor. 

 

Ele causa muita irritação quando em contato com superfícies úmidas, isso porque, quando nessas condições, se transforma em trióxido de enxofre e, em seguida, passa a ácido sulfúrico.


Onde o dióxido de enxofre é utilizado?

 

O dióxido de enxofre é comumente utilizado como redutor na metalurgia, também tem seu uso destacado como desinfetante, branqueador e conservante de alimentos e vinhos, bem como na fumigação e na purificação de derivados de petróleo.

 

Este gás também pode ser liberado na atmosfera em atividades industriais que utilizam enxofre em seu processo, como na fabricação de fertilizantes, produção de papel, termelétricas, entre outras. 

 

Seu transporte e manuseio é realizado como gás liquefeito. 

 

Quais os principais perigos do dióxido de enxofre?

 

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Geralmente a exposição ao dióxido de enxofre é por via inalatória. 

 

Entre seus efeitos diversos destaca-se a dificuldade respiratória ou agravamento de doenças respiratórias, cardiovasculares e alteração na defesa dos pulmões.
 
Esses efeitos podem ser facilmente percebidos através de irritações no nariz, garganta e pulmões. 
 
Como consequência pode acarretar tosse, falta de ar, crises de asma e secreção. 
 
Indivíduos com doenças crônicas de pulmão e coração são mais suscetíveis aos efeitos do dióxido de enxofre. 
 
Em contato com superfícies úmidas, como mucosas, ele forma ácido sulfúrico e inibe o transporte mucociliar, irritando as membranas. 
 
A maior parte do dióxido de enxofre inalado acaba sendo metabolizado pelo fígado em sulfatos, que são excretados na urina.
 
No entanto, indivíduos expostos constantemente ao SO2 desenvolvem sensibilidade ao produto. 
 
Além do que foi mencionado acima é comum também a ocorrência de vômitos, confusão mental, ansiedade e edema de glote. 
 
Em contato com os olhos, o SO2 pode causar conjuntivite química e lesão nas córneas. 
 
Já no sistema digestivo, pode causar dor abdominal, ulcerações na gengiva e erosões dentárias.
 
 
Apesar de não ser cancerígeno, o dióxido de enxofre pode deixar sequelas graves como bronquite crônica, broncopneumonia química, alterações do olfato e declínio de funções pulmonares.


Como evitar os perigos do dióxido de enxofre?


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É muito importante evitar a exposição ao dióxido de enxofre ou, ao menos, manter tal exposição em níveis adequados de segurança. 

 

Seu limite de exposição permitido em um período de 8 horas (EH40 TWA) é de 0,5ppm, enquanto seu tempo máximo de exposição em curto prazo (EH40 STEL), de 15 minutos, é de 1ppm. O SO2 é imediatamente perigoso à vida e saúde a 100 ppm (IDLH OSHA). 
 

Para isso, é necessária a instalação de detectores de gás em pontos específicos do ambiente de risco, considerando sua densidade, potencial de difusão e a ventilação do local.

 

Detectores portáteis de SO2 também são ótimas opções, tanto para se ter um backup (em caso de suspeita de falha dos detectores fixos), quanto para os casos onde não é possível fixar esse tipo de detector.

 

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(Imagens: divulgação)



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